domingo, 29 de junho de 2008

Prova de Economia - Parte 3


O Pensamento Economico na Antiguidade

[Seguindo com os Títulos de Estudo para a Prova de Economia]

A atividade econômica era tratada e estudada como parte integrante da FILOSOFIA social, moral e ética.

Mercantilismo (1450 – 1750): tinha preocupações sobre a acumulação de riquezas de uma nação. Os pensamento dessa época era baseado em princípios de como fomentar o comércio exterior e entesourar riquezas. “O governo de um país será mais forte e poderoso quando maior for seu estoque de metais preciosos”. Durante os três séculos do Mercantilismo, as nações da Europa Ocidental organizaram sua economia interna, baseadas na unidade nacional e na exportação de todos os seus recursos econômicos – passagem da economia regional para a economia nacional.

Fisiocracia , lembrando...(1760 – 1770): doutrina da Ordem Natural: o Universo é regido por leis naturais, absolutas, imutáveis e universais, desejadas pela Providência divina para a felicidade dos homens.

Quesnay:(pensador) apresentou de modo simplificado o fluxo de despesas e de bens entre as diferentes classes sociais, distinguindo um equilíbrio de quantidades globais . Evidenciou a interdependência entre as atividades econômicas: a terra era a única fonte de riqueza, e a riqueza consistia em bens produzidos com a ajuda da natureza em atividades econômicas como a lavoura, a pesca e a caça.

Adam Smith (denovo ele...) (1723 – 1790): “A Riqueza das Nações”. Smith afirmava que a livre concorrência levaria a sociedade à perfeição (ai ai ai) ...uma vez que a busca do lucro máximo promove o bem-estar da comunidade. Smith defendia a não intervenção do Estado na economia (LIBERALISMO).
- Laissez fairelivre iniciativa
- Teoria do Valo-Trabalho: a causa da riqueza das nações é o trabalho humano.
- Divisão de trabalho e especialização = produtividade

Thomas Malthus (1766 – 1834): tentou colocar a economia em sólidas bases empíricas. Para ele, o excesso populacional era a causa de todos os males da sociedade (população cresce em progressão geométrica e alimentos crescem em progressão aritmética). Malthus subestimou o ritmo e o impacto do progresso tecnológico.[ Não acho que a produção não será um problema daqui alguns anos...]

David Ricardo (1772 – 1823): mudou, de modo sutil, a análise clássica do problema do valor: “Então, a razão, pela qual o produto bruto se eleva em valor comparativo é porque mais trabalho é empregado na produção da última porção obtida, e não porque se paga renda ao proprietário da terra. O valor dos cereais é regulado pela quantidade de trabalho empregada em sua produção naquela qualidade de terra, ou com aquela porção de capital, que não paga aluguel”. Ricardo mostrou as interligações entre expansão econômica e distribuição de renda. Tratou dos problemas do comércio internacional e defendeu o livre-cambismo. =]

John Stuart Mill (1806 – 1873): introduziu na economia preocupações de “justiça social”

Jean Baptiste Say (1768 – 1832): deu atenção especial ao empresário e ao lucro; subordinou o problema das trocas diretamente à produção, tornando-se conhecida sua concepção de que a oferta cria a procura equivalente”, ou seja, o aumento da produção transformar-se-ia em renda dos trabalhadores e empresários, que seria gasta na compra de outras mercadorias e serviços.

Karl Marx (1818 – 1883):Problema dos detentores dos meios de produção; exploração da mão-de-obra humana; lucro sobre o trabalhador; mais-valia. Acreditava no trabalho como determinante do valor, tal como Smith e Ricardo, mas era hostil ao capitalismo competitivo e à livre concorrência, justificava que a classe trabalhadora era explorada pelos capitalistas.

Alfred Marshall (1842 – 1924): estudo da satisfação do consumidor (utilidade do produto) e do produtor (lucro). Teoria Marginalista. Considerava a economia como estudo “da humanidade nos negócios comuns da vida”, ou seja, ciência do comportamento humano e não ciência da riqueza.

Keynes (1883 – 1946): apresentou um programa de ação governamental para a promoção do pleno emprego. Procurou determinar as causas das flutuações econômicas e os níveis de renda e de emprego em economias industriais. Esforçou-se no sentido de contestar a condenação marxista do capitalismo: este poderia ser preservado, sem sua parte essencial, se reformas oportunas fossem efetuadas, já que um capitalismo não regulado mostrara-se incompatível com a manutenção do pleno emprego e da estabilidade econômica.
Keynes propôs o fim do laissez-faire: como não existem forças de auto-ajustamento na economia torna-se necessária a intervenção do Estado através de uma política de gastos públicos

PRINCÍPIO DA DEMANDA EFETIVA.

Monetaristas: baixa intervenção do Estado, preocupação com a saúde da moeda, neo-liberais.

Fiscalistas: alta intervenção do Estado, recomendam uso de políticas fiscais ativas.

Pós – Keysenianos: enfatizam o papel da especulação financeira, defendem o papel ativo do Estado na condução da atividade econômica.

Teoria das Finanças (1970): controle e planejamento macroeconômico, técnicas econométricas, conceitos de equilíbrio de mercados e hipóteses sobre o comportamento dos agentes econômicos.

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